quarta-feira, 13 de agosto de 2014

As memórias do eterno*



Porque escrevo ?
Escrevo por dentro por não ser alma por fora
Não compreendo, sinto apenas.
Pensamentos são veios: poetas, filósofos.
Troco o amargo pelo agrado.
Mentiras por falsas verdades...
É preciso escrever mesmo em maltratadas palavras!
Sentir, olhar, andar... Trincar o cambalear de incertezas.
Por isso escrevo!
Para que as memorias do eterno estendam sobre o cotidiano a luz do frescor e os ruídos da lógica.

*Djandre Rolim
Poeta Cigano
Campo Grande/MS

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